PREVENÇÃO NA SAÚDE PÚBLICA - PARTE II

Secretaria Municipal de Saúde 24/01/2019

Parte II

R. Birth, Secretaria Municipal Saúde

22 de janeiro 2019 – 9h

 

 

Dando sequencia ao conceito de Prevenção é importante entender a origem da palavra, porque a compreensão traz a antecipação ao fato ou evento, evitando a sua ação. Nesta linha, Rouquayrol e Goldbaum (2003) descrevem que prevenção em saúde pública é a ação antecipada, tendo por objetivo interceptar ou anular a evolução de uma doença. (1)

Segundo Sabroza (1994), a saúde pública/saúde coletiva é definida genericamente como campo de conhecimento e de práticas organizadas institucionalmente e orientadas à promoção da saúde das populações. (2)

Contextualizando, quando abordamos o conceito da prevenção devemos observar a natureza comportamental de cada local, considerando o padrão e hábitos de vida, uma vez que o padrão comportamental está diretamente relacionado com a promoção da saúde estabelecida, configurando o quadro epidemiológico, ou seja, as antecipações das doenças ou das condições relacionadas à saúde na população local.

A prevenção de fatores de riscos comportamentais estabelecidos como metas primordiais da prevenção de enfermidades, aliados com a educação em saúde da população, são fatores que devem ser considerados como ações primordiais para criação de ambientes favoráveis à saúde e, consequentemente, para uma boa condição de vida, ou seja, a prevenção atuará na vida da população como um fator determinante para qualidade de vida.

Nesta linha, a Unidade Saúde da Família é uma estratégia pública que visa à organização do atendimento a Atenção Básica à população local (SUS), pois suas estratégias permitem e colaboram com a mudança de comportamentos e hábitos de vida dos indivíduos, fazendo com que a prevenção garanta melhorias no bem-estar da população, possibilitando ao mesmo tempo a diminuição de gastos com tratamentos futuros decorrentes da falta de prevenção com a atenção à saúde. Logo, as estratégias desenvolvidas pela Unidade Básica de Saúde, contribuem na melhoria da qualidade de vida da população, possibilitando que o investimento do recurso disponível seja proporcionado em um maior volume de benefícios públicos.

Em suma, é preciso envolver cada vez mais a população nas medidas em nível de prevenção primária, uma vez que as mesmas são destinadas a aumentar a saúde e o bem-estar gerais. A absorção da população e dos sistemas públicos como agentes multiplicadores da informação e ação educadora certamente serão determinantes para a prevenção de enfermidades.

O benefício será para todos!

A última abordagem, Parte III, enfocará a Prevenção sob a ótica da responsabilidade do paciente.

 

Fontes de pesquisa

 (1) Citação do Portal educaçao.com.br, acesso em 22 de janeiro de 2019, às 16h28.

(2) Citação de http://www.fo.usp.br, acesso em 23 de janeiro de 2019, às 10h23.

 

 

 Imagem/créditos: sombramfa.com.br

 

 

 

 

 

 

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